Ansiedade

Ansiedade e seus Sintomas

ansiedadeEstamos todos tão mergulhados nos conflitos do dia a dia, na necessidade de realizar algo, na luta pela sobrevivência – em todos os sentidos – que, alguns sinais de que alguma coisa diferente possa estar acontecendo conosco muitas vezes passa despercebido. Todo mundo fica nervoso ou ansioso quando, por exemplo, passa por dificuldades financeiras, quando precisa tomar uma decisão importante, quando tem que enfrentar uma entrevista para um novo emprego. Para algumas pessoas, no entanto, a ansiedade torna-se tão frequente, ou tão forte, que começa a tomar conta da vida. O que é exatamente a ansiedade? Pode ser descrita como um estado de inquietação, apreensão e preocupação sobre as incertezas futuras. Um estado de apreensão, incerteza e medo resultante da antecipação realista ou fantasiosa de um evento ou situação ameaçadora, muitas vezes com consequências prejudiciais para o funcionamento físico e psicológico. Mas, quanto o distúrbio da ansiedade é comum e quem sofre com isso? Levantamentos da Organização Mundial da Saúde (OMS), de janeiro de 2016, mostram que atualmente cerca de 33% da população mundial sofre de ansiedade. O Brasil tem aparecido sempre entre os primeiros das listas da organização e a região metropolitana de São Paulo possui a maior incidência de perturbações mentais no mundo. O estudo feito pela OMS revela que 29,6% dos paulistanos, e moradores da região metropolitana, sofrem de algum tipo de perturbação mental. A condição parece afetar mais as mulheres do que os homens, pode ocorrer em qualquer momento da vida e é comum em todas as faixas etárias, incluindo crianças e idosos. Os sintomas de ansiedade, por vezes, não são óbvios. Quase sempre se desenvolvem gradualmente. Como então você pode perceber se a sua ansiedade diária cruzou a linha do aceitável e agora parece mais com um problema? Não é fácil. A ansiedade vem em muitas formas, tais como preocupação excessiva, dificuldade em adormecer ou manter o sono, coração acelerado, medos irracionais, pensamentos obsessivos e comportamento compulsivo, aperto no peito, ataques de pânico, obsessividade, insegurança persistente, sensação geral de mal-estar, esperar sempre pelo pior, uma abordagem excessivamente cautelosa à vida, e reação excessiva às coisas que você acha que podem ser uma ameaça. Estes são apenas alguns de uma série de sintomas que podem ocorrer. Se você estiver familiarizado com qualquer um destes, vá mais fundo e verifique se os sinais e sintomas específicos estão presentes por seis meses ou mais, e em mais dias do que não. Isso inclui preocupação excessiva a tal ponto que as atividades cotidianas como trabalho, estudo ou socialização, tornam-se difíceis. Mas lembre-se e esteja atento: esses sintomas não são projetados para fornecer um diagnóstico – para isto você precisa ver um médico especialista - mas eles podem ser usados como um guia.
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